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Djalminha

Djalma Feitosa Dias como ele é

Uma espécie em extinção em seu habitat natural. Relaxado, à vontade, sem nenhuma formalidade, como ele mesmo quis. “Vamos fazer aqui mesmo”, Djalminha preferiu falar com a Corner no Rei do Caranguejo, em Barra de Guaratiba, onde tomava sua cerveja com amigos de longa data. Um refúgio na zona oeste do Rio de Janeiro, a mais de 20 quilômetros do Barra Shopping e distante de qualquer badalação.

Sem camisa, de bermuda e chinelo, Djalma estava sentado na mesa ao lado de Alex Ribeiro, um ex-jogador sem grande trajetória como a de seu amigo. Mas se Djalminha é filho de ninguém menos que Djalma Dias, Alex é filho de um renomado sambista, Roberto Ribeiro, e faziam um “ensaio” de um samba escrito por Djalminha e sonorizado no banjo pelo companheiro de longa data.

Ambiente alegre, calor não tão infernal do verão carioca, numa localidade afastada da urbanização, uma roça com cerveja, samba e simplicidade caracterizada nas cadeiras plásticas e mesas de madeira. Ali, todos eram iguais, como muitas vezes gostaria de ser a maioria dos jogadores. Daquele jeito, sem formalidades ou bajulações, sem autógrafos, sem selfies, com muitas histórias, piadas e provocações entre amigos.

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