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Jamil Chade

Política, propina e futebol. As relações de poder e o jornalismo como resistência

A neutralidade é o principal pilar na formação da identidade Suíça como estado nacional desde princípios do Século XVI. Oficialmente, o país não escolhe lado em guerras desde o Congresso de Viena, em 1815. Quando entra em ação, seu exército tem como missão principal a defesa, assim como o “Ferrolho Suíço” de Karl Rappan de 1938 e a zaga helvética eliminada sem tomar sequer um gol na Copa da Alemanha, em 2006.

A prática do bom jornalismo também pressupõe isenção. Mas para a imprensa, é dever a opção pelo combate. Condição inegociável à profissão defendida por Jamil Chade. O correspondente brasileiro em Genebra é referência quando se trata das relações de poder nos bastidores de entidades que influenciam os rumos do planeta e se vendem tão imparciais quanto o país onde têm sede.

Brasília, ONU, FIFA, UEFA e CBF. Politização dos estádios, “clubismo eleitoral”, futuro do impresso. Revolução no consumo de informação e combate ao autoritarismo. As próximas linhas são um convite à reflexão sobre o jornalismo e o seu papel dentro do futebol, especialmente como ator político.

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Jornalista graduado pela FACHA. Gaúcho que vive no Rio (mais um). “Goleira” é o conjunto de traves, “gol” é quando a bola entra. Tem uma queda pelo futebol cantado em castelhano e geralmente joga melhor quando ninguém está vendo. Amante de futebol, música, história, cinema, fotografia e apaixonado pelo jornalismo. Do pescoço pra baixo, tudo é canela.

1 Comments

  1. julianoortiz

    dezembro 22, 2021

    Jamil Chade é um P….@ jornalista. Caras do calibre dele, do Marcos Uchoa, da Sônia Bridi, cara, é outro nível ler uma entrevista destes profissionais ou vê-los em ação. Trabalham e pensam em outra frequência. Estão acima da média.
    E a entrevista do Matheus, muito bem estruturada.

    Que baita texto!

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