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Veertien

Nunca uma edição da Corner teve seu número associado à camisa de um ex-jogador. Faltava uma boa desculpa. Iria acontecer em algum momento, mas 2021 marcou cinco anos do falecimento de Johan Cruijff, um gênio sem precedentes na história do futebol. Eis que calhou justamente nesse ano em que seria publicada a décima quarta edição da revista. Além disso, o assunto “futebol neerlandês” já era um anseio editorial antigo.  

O “gênio” de Johan Cruijff, no sentido de seu temperamento, foi o ponto de partida dessa edição e também do livro de Miguel Lourenço Pereira, que aborda a figura do ex-camisa 14, que nem sempre usou este número, embora tenha ficado mundialmente conhecido por ele. Entender Cruijff para além de sua pseudo-rebeldia em não vestir o uniforme da Adidas. Olhar para a pessoa e não para o mito em torno dele. Essas são as premissas que levaram a Corner a encomendar o livro “Johan: A Anatomia de um gênio”.

Foi esse caráter ambicioso que levou Cruijff a jogar na liga norte-americana, no Levante da Espanha e no Feyenoord Rotterdam, e essas histórias estão nesta edição. Aliás, Roterdã alberga o clube mais antigo em atividade do futebol holandês, o Sparta, e o seu estádio tem uma fachada que também mereceu destaque neste número.

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Jornalista, publicitário e fotógrafo. Estudou comunicação social na Universidad Nacional de La Plata. Para Martinho, não existe golaço de falta (nem aquele do Roberto Carlos em 1997 contra a França ou de Petković em 2001 contra o Vasco). Aos 11 anos, deixou o cabelo crescer por causa do Maldini. Boicota o acordo ortográfico.