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As veias abertas de um “planisférico” racista

A representação colonialista e do ódio racial global através do futebol Qual o lugar do negro no futebol? O discurso de aceitação de negros como abrandamento de racismo a partir da presença de atletas afrodescendentes não cola. Por quê? Pela nítida carência de ex-atletas exercendo cargos superiores à função de jogadores. O retrato mais cruel...

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Jornalista, publicitário e fotógrafo. Estudou comunicação social na Universidad Nacional de La Plata. Para Martinho, não existe golaço de falta (nem aquele do Roberto Carlos em 1997 contra a França ou de Petković em 2001 contra o Vasco). Aos 11 anos, deixou o cabelo crescer por causa do Maldini. Boicota o acordo ortográfico.