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O calcanhar de Sócrates

O fim da vida de um gênio do futebol

Em 19 de fevereiro de 1954, em Belém do Pará, nascia Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, que, quando jogou pelo Corinthians, lutaria contra o regime militar com suas armas: a cabeça, os pés e o punho cerrado, naquilo que ficou marcado como a Democracia Corinthiana.

Três nomes que remetem à Grécia Antiga: Sócrates (Sōkrátēs), Corinthians (Kórinthos) e Democracia (Dēmokratía); no entanto, o Sócrates em questão era brasileiro, inclusive no nome, o Corinthians é o clube paulista mais popular e a democracia, aquela, foi corinthiana, mas também, de todos os que queriam o poder nas mãos do povo, como emana a palavra.

Essa história já foi objeto de inúmeras matérias jornalísticas e diversos documentários. A Corner #7, inclusive, falou com Juca Kfouri e Washington Olivetto, dois ícones midiáticos fundamentais para que a comunicação, unindo jornalismo e publicidade, reverberasse aquilo que acontecia nos vestiários do Parque São Jorge, com Wladimir, Sócrates e Casagrande como protagonistas ideológicos.

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Jornalista, publicitário e fotógrafo. Estudou comunicação social na Universidad Nacional de La Plata. Para Martinho, não existe golaço de falta (nem aquele do Roberto Carlos em 1997 contra a França ou de Petković em 2001 contra o Vasco). Aos 11 anos, deixou o cabelo crescer por causa do Maldini. Boicota o acordo ortográfico.