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Reinaldo

— Vai jogar no domingo, Reinaldo?

Deitado em um dos leitos de uma sala de fisioterapia da Cidade do Galo, o ex-atacante responde com um sorriso acolhedor. A estrutura disponível no local parece materializar tudo o que o Rei precisava há pouco mais de trinta anos, quando deixou de participar de jogos e torneios importantes graças às impiedosas lesões que o perseguiram por toda a carreira — naqueles dias, a medicina esportiva adotava alguns métodos abomináveis para os padrões atuais.

Reminiscências à parte, ninguém jamais tirou dele a condição de ídolo máximo do Clube Atlético Mineiro, com o qual manteve relações alternadas entre proximidade e distância ao longo dos anos como ex-jogador. Nos dias atuais, no entanto, não poderiam ser mais próximos: ele é o atual coordenador técnico das categorias de base do clube e fala com o coração quando tenta expressar em palavras o significado do Galo em sua vida.

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Jornalista por formação, músico por insistência. Jamais desperdiçou uma cobrança de pênalti e lamenta que a torcida brasileira não possua gritos de guerra intimidadores para jogos da Seleção. Otimista por excelência, ainda acredita no futebol-arte, se diverte com o Brasileirão e se emociona com jogadores emocionados.

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