11 A cidade de Cali vista de cima (Foto: Andrés F. Uran)

A partir da segunda metade da década de 70, o crescimento do império das drogas na Colômbia era tamanho que os barões do tráfico precisavam de algum artifício para lavar seus milionários lucros, sob pena de perdê-los para as traças em úmidos depósitos ultra-secretos. Ironicamente, o próprio governo colombiano auxiliou na tarefa. Durante o mandato do presidente Alfonso López Michelsen [1974–1978)] o banco central do país tinha a permissão de comprar dólares sem sequer investigar a origem dos recursos. A medida era conhecida como ventanilla siniestra e permitiu que o dinheiro do narcotráfico fosse lavado e aplicado no próprio país nos mais variados setores. O futebol não foi exceção.

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