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Panorama esportivo

O nervosismo, a bola que passou raspando, a raiva, o gol do outro sendo gritado com mais força do que o gol a favor do teu time, um chute que não foi nada de mais, mas que na tua cabeça foi uma perfeição, afinal, a bola entrou e, como disse o narrador, foi um “golão-golão-golão” — quem narra assim é justamente o “Garotinho” José Carlos Araújo —, os repórteres atrás do gol, que dão detalhes da jogada, a sonoplastia que anuncia o tempo de jogo, ou o oferecimento daquela transmissão, as chamadas, o reverb do AM, tudo isso.

O Rio de Janeiro, enquanto capital do país, teve um papel fundamental na popularidade do futebol e do Flamengo. A torcida rubro-negra é enorme no norte e nordeste do país graças à Rádio Nacional, afirmam sociólogos, historiadores e jornalistas que se interessam pelo tema.

O que será de tudo isso? Hoje em dia, quem escuta rádio fora do carro? Streaming? Até parece. Alguns celulares trouxeram uma sobrevida para o rádio no vaivém do trabalho-casa lá no final da primeira década dos anos 2000. Mas o 4G está aí, e mais se pensa em transmissão ao vivo em vídeo desde qualquer lugar. O Facebook fica notificando a cada instante que tal página está transmitindo isso ou aquilo, direto da redação, de tal evento ou de lugar algum.

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Jornalista, publicitário e fotógrafo. Estudou comunicação social na Universidad Nacional de La Plata. Para Martinho, não existe golaço de falta (nem aquele do Roberto Carlos em 1997 contra a França ou de Petković em 2001 contra o Vasco). Aos 11 anos, deixou o cabelo crescer por causa do Maldini. Boicota o acordo ortográfico.

1 Comments

  1. Corner – fotografia | Fábio Soares

    abril 21, 2021

    […] Foto publicada na edição número 2 da revista Corner. […]

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