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Zingaro di merda!

Os eslavos e o racismo

Roma, 26 de maio de 2013. Um dia após a final da final da Champions League em Londres entre Bayern e Dortmund — vencida pelos bávaros —, se jogava a final da Coppa Italia. O duelo acontecia no Stadio Olimpico entre ninguém menos que Lazio e Roma. Os dois times compartilham o uso do estádio de propriedade do Comitê Olímpico Italiano (CONI). Havia muita incerteza e insegurança sobre a realização da partida que seria no mesmo dia das eleições municipais na ​Città Eterna​, mas o jogo se confirmou.

Um dia antes, em Londres ainda, a missão era dormir em Heathrow para viajar no dia seguinte. Economizar o hotel pra que sobrasse algum dinheiro pra comprar um ingresso da final. Era o Derby della Capitale numa final. Um jogo sonhado de se assistir. Conseguir entrar era improvável ou — no mínimo — caríssimo.

Na linha 2 do ​Tram​ que sai da Piazza del Poppolo — na verdade, estação Flaminio — o bonde lotou. A parada final é a Piazza Mancini. No trajeto, um rapaz com cachecol da Roma. O objetivo era um só: saber quanto ele pagou pelo ingresso. Era um americano que estava morando em Roma há meses, apaixonado por futebol. Disse que pagou € 200, na época uns R$ 700. Sem chance.

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Jornalista, publicitário e fotógrafo. Estudou comunicação social na Universidad Nacional de La Plata. Para Martinho, não existe golaço de falta (nem aquele do Roberto Carlos em 1997 contra a França ou de Petković em 2001 contra o Vasco). Aos 11 anos, deixou o cabelo crescer por causa do Maldini. Boicota o acordo ortográfico.

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