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Os dois lados do pragmatismo

Mesmo eficiente, a seleção holandesa de 2010 desagradou até torcedores. Já em 2014, soube-se dar mais brilho a essa eficiência

Ofensividade, dominar o jogo, buscar o gol. E quase sempre, terminar a história como o lado derrotado. Esta foi, e ainda é, a trajetória da seleção holandesa. Mas é justo dizer: nos últimos quinze anos, há aqui e ali laivos de pragmatismo em seu estilo de jogo, para tentar fazer dela uma equipe, enfim, vencedora. 

Dois momentos desse pragmatismo renderam sensações diferentes a quem acompanha a Laranja. Na Copa de 2010, ela voltou a roçar a perspectiva de conquista de um Mundial e trouxe alguns grandes momentos em campo, mas nada disso apagou o incômodo com que alguns viram nas atuações na África do Sul. 

Já no Mundial de 2014 foi diferente. Diante de expectativas baixas sobre o que a Holanda poderia fazer no Brasil, outra vez se apostou numa postura mais prática, menos apegada aos cânones do futebol total. Não só quase deu certo, como os momentos de brilhantismo tornaram aquela campanha um dos últimos momentos de pleno carinho da torcida neerlandesa com a equipe nacional.

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