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Respeita o moço

Porque o bigode é grosso

Poucas cidades do mundo foram tão protagonistas como Istambul. Estrategicamente localizada entre dois continentes e com acesso ao mar, foi a capital de quatro impérios ao longo de 17 séculos. Ante à tamanha relevância, a queda de Constantinopla — como Istambul era conhecida — marcou a passagem da Idade Média para a Idade Moderna, em 1453. Se a tomada da cidade pelo Império Otomano é creditada ao sultão Mehmed II, o grande herói foi Ulubatlı Hasan, primeiro guerreiro a fincar a bandeira otomana nas fortificações locais, defendendo-a até a sua morte e virando um mártir nacional.

Séculos depois, a cena se repete e, embora tenha acontecido em um campo de futebol, também marcou um antes e depois na rivalidade já extenuante do Derby Intercontinental. Curiosamente, no entanto, este feito não foi protagonizado por um turco, e sim por um escocês que já havia escrito o seu nome no hall dos maiores personagens do esporte bretão: Graeme Souness.

O bigode dos Leões e a bandeira da discórdia

Considerado um dos maiores jogadores do Liverpool de todos os tempos, com o qual venceu três vezes a Champions League, a habilidade de Souness era proporcional não só com sua dureza, como a sua capacidade de se meter em controvérsias, ao, por exemplo, após duas temporadas na Sampdoria, aceitar, no final da década de 80, o desafio de voltar ao seu país para ser jogador e treinador do Glasgow Rangers — equipe pela qual torcia, ao lado do Hearts, durante sua infância em Edimburgo.

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Jornalista formado na FACHA, acredita que o futebol, além de ser o melhor dos esportes, é palco para grandes lições sociológicas, históricas... e de vida. Árduo defensor de que 3 a 0 jamais será goleada, foi um goleiro promissor e hoje brinca de ser zagueiro esforçado.

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