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Meu nome é Ezelî Rekabet

“Sem piedade, a fatiaram ao meio, um pedaço para cada lado. Dessa vez, a autora do crime não despertou mistério algum. Foi uma guerreira chamada Natureza, usando o mar como arma. Assim, a vítima Istambul se dividia em dois continentes, tendo um time de futebol representando cada lado: Galatasaray e Fenerbahçe.”

O caráter policial do primeiro parágrafo é inspirado no livro mais aclamado da Turquia, “Meu Nome é Vermelho”, de Orhan Pamuk — vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 1998 e torcedor do Fener. A história sobre o assassinato de um pintor apresenta as diversas faces da capital do país, com cerne na divisão de Oriente e Ocidente da antiga capital do Império Turco-Otomano.

A narrativa de Pamuk usa 19 personagens, que se revezam capítulo a capítulo, para mostrar os diferentes pontos de vista presentes na cidade. Já o futebol decidiu usar apenas dois. Aqui, vamos mostrar um pouco os lados dos protagonistas do futebol turco, que juntos formam um clássico chamado de Ezelî Rekabet [Eterna Rivalidade, em tradução livre].

Me chamam de Fenerbahçe

“Abriria suas milhares de asas, abarcando o Céu e a Terra, dos confins do Oriente aos misteriosos extremos do mundo ocidental”.

Descrição do Anjo da Morte

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Cresceu acompanhando de perto o glorioso Bragantino e viu que em meio às vitórias e derrotas, existem muitas boas histórias pra contar. Autor do livro: Cordel Tricolor: a história do São Paulo FC em versos.

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