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Quando o Flamengo quis disputar o Paulistão

O Fla-Araçatuba e o Campeonato Carioca do W.O.

Era novembro de 1997. O Vasco chegava à final do campeonato brasileiro daquele ano superando o Flamengo na segunda fase da competição. Edmundo, o artilheiro daquele Brasileirão, fez três gols ao seu estilo, com velocidade e dribles combinados no jogo que selou a passagem para a decisão contra o Palmeiras.

O Flamengo vivia os anos de Kléber Leite, o ex-radialista que, de certa forma, revolucionou o clube — pra bem e pra mal. A cada ano o Rubro-Negro trazia jogadores de renome, mas sem uma preocupação com a montagem de um time de futebol.

Em 1995, quando trouxe Romário — em uma operação de marketing que só era possível naquela época graças à paridade cambial entre o dólar do recém implementado Plano Real —, Kléber Leite não poupou iniciativas como um “0900” para que a torcida definisse qual camisa Romário deveria usar. Por cada ligação, o torcedor pagava uma quantia que vinha debitada na conta bancária e, dessa forma, o clube criava uma receita nova.

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Jornalista, publicitário e fotógrafo. Estudou comunicação social na Universidad Nacional de La Plata. Para Martinho, não existe golaço de falta (nem aquele do Roberto Carlos em 1997 contra a França ou de Petković em 2001 contra o Vasco). Aos 11 anos, deixou o cabelo crescer por causa do Maldini. Boicota o acordo ortográfico.

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