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Evaristo

O peso da história e o respeito conquistado

Um dos nomes que ficaram gravados para a posteridade no pedestal da estátua de Kubala, no Camp Nou. Poderia ser uma mera coincidência, um jogador que estava naquele time daquele clube naquela cidade naquela época. Poderia. Mas não.

Aquele time do Barça tinha algo especial. Embora não tenha conquistado sequer uma Champions, quando o Real Madrid já havia levantado cinco entre 1956 e 1960, foi em 1961 que os Blaugranas chegaram perto de conquistá-la pela primeira vez. Mas do outro lado, naquela final, estava um Benfica que, um ano mais tarde e já com Eusébio, derrotaria o Real Madrid — cinco vezes campeão — e os lisboetas alçariam a taça pela segunda vez.

Quis o destino que o Barça só conquistaria uma Champions três décadas depois, em 1992. Foram duas finais perdidas: a de 1961 contra o Benfica, e a outra, em 1986, contra o Steaua Bucareste em Sevilha. Mas no âmbito europeu, o Barcelona pôde, com Evaristo, conquistar a Taça das Cidades com Feiras em 1960, contra o Tottenham. Uma espécie de Europa League da época.

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Jornalista, publicitário e fotógrafo. Estudou comunicação social na Universidad Nacional de La Plata. Para Martinho, não existe golaço de falta (nem aquele do Roberto Carlos em 1997 contra a França ou de Petković em 2001 contra o Vasco). Aos 11 anos, deixou o cabelo crescer por causa do Maldini. Boicota o acordo ortográfico.

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