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El papelito

Quando muitos continuam a insistir no espírito de loteria para as decisões por pênaltis, o papelzinho utilizado por Jens Lehmann para travar os disparos da seleção argentina no Mundial de 2006 permite relembrar a importância da ciência e do treino para equilibrar um duelo aparentemente desigual.

Um papel suado, com a tinta a desaparecer progressivamente, travou as aspirações de um país. Cada vez que Lehmann tirava a folha da sua meia esquerda, o rosto do cobrador mudava. Mas o que ele estaria lendo?

Durante a transmissão ao vivo na TV, ninguém percebeu que o goleiro da seleção da Alemanha consultava um papel antes de defender cada disparo. Mas no estádio, vários torcedores e jornalistas viram como o seu ritual parecia dar frutos. Em quatro disparos dos argentinos, nenhuma vez sequer Lehmann falhou o lado certo. E em duas delas, com a precisão suficiente, travou a esquadra albiceleste e abriu caminho à passagem para as semifinais dos germânicos no seu Mundial. Era a conseqüência de um enorme trabalho de pesquisa e análise, desenvolvido pelo staff técnico alemão.

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