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Tiros do nosso canto

Editorial

De escanteios e esquinas a Corner, por definição, entende. Os geniais das Gerais Milton Nascimento e Lô Borges são músicos que fizeram nos anos 1970 o “Clube da Esquina” só superado por outra tabelinha de gênios de Minas: Um 9 que é 10 (Tostão) e um 10 com gols de 9 (Pelé). Craques do Brasil que foi outro depois da troca de João Saldanha por Zagallo — como você lerá aqui. Talvez ganhasse do mesmo jeito. Mas seria de outro jeito. Também defensável. Como também vou cornetar não em defesa da nossa Corner, mas do escanteio — curto… SIM! O Brasil de 1970 (“melhor que o de 1958,” palavras literalmente reais de Pelé) dificilmente batia escanteios na área… E fez dois gols no México em cobranças de escanteios… curtos! 

Eu curto. Ou não o demonizo como hoje se faz camiseta por qualquer motivo. O Barcelona de Guardiola também batia curto. E aquele Barça era em nível de clube o que foi o Brasil de 1970. O melhor campeão mundial também por ter ficado 112 dias direto treinando. Como se fosse um clube brasileiro. Parecido até pela troca de treinador no meio do caminho, como João Saldanha foi trocado. 

João Sem Medo era tão brilhante e polêmico que conseguia disputar partidas acirradas em todos os campos. Comunista convicto e confesso com portas abertas na CBD e na Globo. Ele abriu terreno para Zagallo ser tri com um time muito evoluído taticamente. Fisicamente voando pelo mundo e até para o espaço, com apoio científico da Nasa. 

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