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Corner #08

Cartellino rosso

Cartellino rosso

Os tentáculos da Máfia e do crime organizado no calcio

É um fato espinhoso de se reconhecer, mas não há dúvidas de que a Itália é o país que descobriu mais casos de influência do crime organizado em qualquer nível do futebol, se considerarmos as nações com as principais ligas da Europa. Muito além de[...]

Calcio & arte

Calcio & arte

A icônica torre de Milão que dá nome a um clube conceito: AS Velasca

“Se puder, chega um pouco antes porque hoje vamos entregar as caneleiras aos jogadores”. É só um pedido [nada comum por sinal] mas já mostra bem a essência do A.S. Velasca. Um clube italiano que dá seus passos com uma perna[...]

Ascensão, queda e renascimento de um império

Ascensão, queda e renascimento de um império

Como a Serie A se tornou, deixou de ser e pode voltar a ser um grande centro do futebol mundial

Dennis Bergkamp e Davide Fontolan: dois loirinhos que faziam a dupla de ataque da Internazionale naquele Derby della Madonnina da temporada 1993/94. A Inter havia vencido pela última vez a Serie A em 1989 e[...]

Todos os caminhos levam a Roma

Todos os caminhos levam a Roma

Quando os melhores do mundo jogavam na Itália

Durante quatro etapas distintas, a Serie A italiana foi considerada como a competição nacional de clubes mais importante do mundo. No caso das quatro, foi o dinheiro e a importante influência política que pavimentaram o caminho. A chegada de Cristiano Ronaldo à Juventus — a primeira transferência[...]

Carta di Viareggio

Carta di Viareggio

A origem fascista da Serie A

Num pequeno paraíso na costa mediterrânica, o futebol italiano mudou para todo o sempre. O que era, até então, um desporto ainda profundamente influenciado pela sua herança britânica, converteu-se numa das mais poderosas armas do recém consagrado regime fascista. Benito Mussolini fez do calcio uma das suas principais bandeiras[...]

O ‘Scudetto’ que o Torino não venceu

O ‘Scudetto’ que o Torino não venceu

Um time que perdeu apenas um campeonato italiano

Il Grande Torino conquistou todos os títulos nacionais oficiais que disputou de 1942 a 1949. No final da Segunda Guerra Mundial, porém, o campeonato italiano deixou de ser oficialmente disputado por duas temporadas. Com a Itália dividida em duas pela Linha Gótica, definiu-se que a parte centro-norte,[...]

O mundo é das pessoas

O mundo é das pessoas

O futebol é de todos. A Copa Rio é do Palmeiras

Palmeiras tem mundial? A pergunta é válida. A Copa Rio de 1951 é considerada por palmeirenses como um título mundial. O torneio reuniu diversos campeões nacionais da Europa e da América do Sul. Os mesmos palestrinos normalmente dizem que o Corinthians não pode ter[...]

Claudio Carsughi

Claudio Carsughi

Memórias de um “giornalista brasiliano”

Recém findava a Segunda Guerra Mundial e mais uma leva do clã Carsughi desembarcava no Brasil, a princípio temporariamente. Para não perder o contato com a língua materna geralmente você ouve música, vê um filme, folheia um livro do seu país de origem… lê um jornal. Só que Claudio, aos[...]

La Copa del “no”

La Copa del “no”

Mundialito: Um tiro que saiu pela culatra“Uruguay, te queremosTe queremos ver campeónPorque en esta tierra viveUn pueblo con corazón”

Os militares que detinham o poder na República Oriental desde 1973 torceram o nariz ao hit “Uruguay, te queremos”, de Alberto Triunfo e Roberto da Silva, que fez a cabeça dos uruguaios. Apesar disso, compartilhavam —[...]

É tetra!

É tetra!

Os donos do mundo antes da Copa

Este não é o assunto mais comentado do futebol mundial. Ainda passa despercebido por alguns, mas nos mostra a importância de conhecer a fundo a história daquilo que amamos para não nos esquecermos de grandes feitos do passado e, principalmente, não fazermos pouco caso deles. O tema é[...]

Dívida de gratidão

Dívida de gratidão

Não é nenhum exagero afirmar que os títulos olímpicos do Uruguai em 1924 e 1928 — louros máximos para o futebol da época — impulsionaram fortemente a candidatura do país para receber a primeira Copa do Mundo da história. Agora, é, sim, uma ingenuidade sem tamanho acreditar que os dois ouros em seqüência da[...]

Diego Lugano

Diego Lugano

Fotografias: Fernando MartinhoDe mate em mate, uma volta ao mundo

Inversamente proporcional ao tamanho do pequenino Uruguai, pode-se considerar o currículo de Diego Lugano — ex-capitão tal qual Obdulio Varela — tão longo e diversificado quanto a variada lista de times profissionais existentes na cidade de Montevidéu. Oriundo da pátria primeira do futebol no continente[...]

A casa de Obdulio

A casa de Obdulio

Uma visita a um lado esquecido do futebol uruguaio

Não é preciso ser aficionado em futebol para saber que, a um passo ao sul do Chuí, o esporte mais popular do mundo entra em uma dicotomia quase intransponível: ou se é Peñarol, ou se torce para o Nacional. O maniqueísmo se nota antes mesmo de[...]

Do outro lado da baía

Do outro lado da baía

Como a indústria da carne forjou o “terceiro grande” do Uruguai

O Uruguai é um terreno fértil para dicotomias, como se todos os âmbitos da vida do país tivessem somente duas visões opostas e nada mais. Desde os seus primórdios como nação independente [1828], Blancos [Partido Nacional] e Colorados [Partido Colorado] dominaram a vida política,[...]

Fútbol nomá!

Fútbol nomá!

A idiossincrasia futebolística da sociedade uruguaia

O Uruguai não se entende sem futebol. Qualquer um que tente contar a história desse canto ao sul do sul, mais cedo que tarde, deverá falar de futebol. Há uma nuance, não é que o futebol sirva para explicar a história do Uruguai — isso acontece com muitos países[...]

Aquele Nacional de 1988

Aquele Nacional de 1988

O último título mundial de um clube charrúa

Não era um ano para passar em branco, mas para feitos ou proezas [La Gesta]. O Decano havia se classificado para a maior competição sul-americana de clubes com a última vaga uruguaia. Foi vice para o Montevideo Wanderers na Mini Liga Pré-Libertadores, enquanto o Peñarol entraria avançado[...]

Editorial

Editorial

Na primeira metade do século XIX, a América do Sul foi inundada pela onda emancipacionista em relação às metrópoles ibéricas, o que definiu a geografia política do continente como se conhece hoje. Em 1810, o Chile seria o primeiro a bradar independência, e o Uruguai fecharia o ciclo em 1828.

O fim da Guerra Cisplatina[...]