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Ato 7: Irmãos Laudrup

Muitos irmãos conseguiram ter carreiras sólidas no futebol. Mas Michael e Brian Laudrup são uma exceção. Talvez só Zico e Edu tenham sido um caso no qual foram dois craques, mas um ofuscou o tamanho do outro devido a uma genialidade muito acima das aferições possíveis. O mesmo aconteceu com os irmãos Laudrup. O mais velho teve uma carreira marcada pela técnica e, sobretudo, pela inteligência, que eram singulares. Há quem diga que ninguém entendeu Romário melhor do que Michael Laudrup. O dinamarquês era capaz de antecipar os movimentos do Baixinho, que sempre pensava à frente.

Seu irmão mais novo podia emulá-lo em praticamente tudo. Parecia uma questão de DNA. Algo que estava no sangue da família, mas ter chegado depois custou a Brian uma reputação abaixo do que merecia.

Até então, os dois só haviam jogado juntos um grande torneio, a Euro de 1996. Michael Laudrup jogou a Copa do Mundo de 1986 e a Euro de 1988. Juntos, eles ficaram de fora da Copa do Mundo de 1990. Além disso, durante as eliminatórias da Eurocopa de 1992, ele e seu irmão brigaram com o técnico dinamarquês à época, Richard Møller Nielsen.

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Jornalista, publicitário e fotógrafo. Estudou comunicação social na Universidad Nacional de La Plata. Para Martinho, não existe golaço de falta (nem aquele do Roberto Carlos em 1997 contra a França ou de Petković em 2001 contra o Vasco). Aos 11 anos, deixou o cabelo crescer por causa do Maldini. Boicota o acordo ortográfico.