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França’98 em onze atos

Os episódios e personagens que mais marcaram aquela Copa do Mundo

Copa do Mundo é Copa do Mundo — e vice-versa. Algumas significam mais, outras têm um sabor especial e também tem aquelas que deixam um gosto amargo. Existem também aqueles Mundiais que se convencionou dizer que foram ótimos ou que foram ruins. Cada Copa tem o seu brilho, cada Mundial tem o seu colorido específico. E tudo isso está nos olhos de quem vê.

Todo mundo se lembra da primeira Copa do Mundo que assistiu ou, para osmais antigos, que ouviu. “A minha primeira Copa foi…” é uma frase muito repetida por todo mundo. A primeira Copa tem um sabor de primeiro beijo. É uma experiência sociológica, um festival de bandeiras, de nomes diferentes e de etnias antes separadas por países, mas hoje misturadas na mesma seleção.

A Copa do Mundo de 1998 tem um charme especial. Foi a primeira edição após o mandato de João Havelange, que durou 24 anos. No seu lugar, entrou o suíço Joseph Blatter. Era uma velha nova cara na entidade. Velha porque já atuava há mais de 20 anos na FIFA, mas nova porque era o primeiro presidente pós-Havelange. A política “inventada” por Havelange para se manter no poder foi aprimorada durante a gestão Blatter — e os zeros do balanço financeiro da entidade só aumentaram. Dizem que as propinas também… Pelo menos foi assim até o Fifagate, mas juram que a corrupção acabou.

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Jornalista, publicitário e fotógrafo. Estudou comunicação social na Universidad Nacional de La Plata. Para Martinho, não existe golaço de falta (nem aquele do Roberto Carlos em 1997 contra a França ou de Petković em 2001 contra o Vasco). Aos 11 anos, deixou o cabelo crescer por causa do Maldini. Boicota o acordo ortográfico.