Cinco no Monumental

Quando o Boca esmagou o River em Nuñez

Quando o Boca esmagou o River em Nuñez

Por Stephany Afonso

O rival de 7 de março de 1982, pela quinta rodada do campeonato nacional, é o Boca Juniors.  Alfredo Di Stéfano, não tendo todos os seus jogadores, aposta nos juvenis. “Toda vez que o River jogou com ‘pibes’ contra o Boca, venceu ou complicou a vida dos Xeneizes”, disse.

O River Plate perdeu jogadores importantes e avança com um elenco juvenil. Di Stéfano é o treinador. Passarella e Ramón Díaz migraram para a Itália, Mario Kempes regressou à Espanha, Omar Labruna trocou a banda “roja” por Quilmes. Pato Fillol, Tarantini e Gallego ainda vestem a camisa “Millonária”, mas foram convocados por Menotti.

A Guerra das Malvinas ainda não chegou. Ninguém espera, ninguém sonha com isso, ninguém a quer, exceto a mente elítica da última Junta Militar liderada pelo General Leopoldo Fortunato Galtieri. Ele sabe que a ditadura está desmoronando, conhece em profundidade as figuras do horror que começou em 1976 e que 30 mil pessoas estão desaparecidas. Também sabe que os sindicatos estão se rearmando e que o descontentamento social tomará as ruas a qualquer momento. Galtieri acredita que a recuperação das Ilhas Malvinas dará ao governo a eternidade.

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