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Made in Birmingham

A cidade de Aston Villa e Black Sabbath

Houve um tempo em que o futebol inglês detinha o domínio absoluto na Europa. Era a Inglaterra do fim da década de 1970, conturbada pela recessão econômica por conta da crise do petróleo, problemas internos com greves de sindicatos e surgimento de movimentos culturais contestadores, como o do punk. Tempos de Margaret Thatcher e seu governo conservador e de pulso firme, que atravessaram a década de 1980 entre conquistas e estabilização na economia, crescimento de popularidade pela vitória na Guerra das Malvinas, até o aumento do desemprego.

Nesse panorama, a Inglaterra acumulava conquistas sucessivas de Champions League desde 1977. O Liverpool ganhou três títulos (1977, 1978 e 1981) e o Nottingham levantou duas orelhudas (1979 e 1980). Em 1982, os ventos sopraram as glórias européias para Birmingham.

A gênese de um time campeão e o fim do jejum

As conquistas da Copa da Liga de 1975 e 1977 foram as pedras fundamentais para o sonho vivido pelo Aston Villa no início da década de 1980. A temporada 1980/81 começou regada a muitas dúvidas. Certezas, somente duas: um campeonato repleto de postulantes ao título e um campeão a ser batido — o Liverpool vinha de um bicampeonato. Os Villans teriam que encarar uma temporada dura com apenas catorze jogadores em seu elenco.

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Jornalista e calouro escritor. Autor de “Da Vinci e a Santa Seleção“. Apaixonado por futebol, quadrinhos, música e literatura, não necessariamente nesta ordem. Apresentador do programa “Casual Football”, se arrisca também falando de rock and roll e seus gêneros no “I Wanna Rock”. Colecionador compulsivo de livros e discos. Acredita que o futebol no vídeo game até seja legal, mas nada se compara ao futebol de rua com golzinhos de chinelos.

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