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A bruxa que virou troféu

Todo clube brasileiro que guarda uma Taça Teresa Herrera em sua sala de troféus lhe reserva um lugar especial. Um título internacional, é verdade, mas qual o tamanho real e verdadeira importância desse troféu? Antes disso, porém, a primeira pergunta é: quem foi Teresa Herrera?

O troféu é disputado na cidade galega de La Coruña desde 1946, quando a Europa começava a respirar novamente após o fim da Segunda Guerra Mundial. Por ser jogada desde então, a taça ganhou uma tradição peculiar. Além disso, o troféu em si levava quilos e mais quilos de prata e outros tantos em ouro, o que lhe atribui um valor inestimável, sobretudo num país como o Brasil, em que derreteram a Taça Jules Rimet.

O troféu era disputado em jogo único até 1964. A idéia inicial era arrecadar fundos para a população menos favorecida e daí vem a origem do nome da taça. Teresa Herrera nasceu em 1712, quando La Coruña era um povoado com cerca de 12 mil habitantes. A região estava em plena guerra de sucessão entre os Bourbons e Habsburgos.

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Jornalista, publicitário e fotógrafo. Estudou comunicação social na Universidad Nacional de La Plata. Para Martinho, não existe golaço de falta (nem aquele do Roberto Carlos em 1997 contra a França ou de Petković em 2001 contra o Vasco). Aos 11 anos, deixou o cabelo crescer por causa do Maldini. Boicota o acordo ortográfico.

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